O JB dedica dois terços de página, na edição de hoje, a uma matéria que tem o objetivo de mostrar que o repórter Lourival Sant'Anna, do Estadão, cobriu a guerra do Iraque, há três anos, de um hotel na Jordânia, enquanto a Folha conseguia botar um repórter em Bagdá.
O JB move uma campanha contra Lourival, a quem identifica como "número dois do assassino confesso Antônio Marcos Pimenta Neves", porque ele assinou matéria especial contra Nelson Tanure, dono do jornal.
O JB só esquece de explicar aos seus leitores porque preferiu cobrir a guerra do Iraque de dentro da redação, enquanto os jornais paulistas pelo menos tentavam mandar correspondentes para o local.
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