Quando Zidane deu uma cabeçada no peito de Materazzi, enquanto narradores e comentaristas se escandalizavam e condenavam o melhor jogador da Copa, minha reação de telespectador foi diferente:
— O que terá dito esse italiano para provocar tal reação?
Na segunda-feira, os milhões de jornalistas que estavam na Alemanha não informaram nada. O Fantástico, naquele quadro que a Globo disse a Parreira que não é jornalismo, especulou que Materazzi teria chamado a irmã de Zidane de puta. Ontem, jornais ingleses afirmam que Zidane foi chamado de terrorista e árabe sujo.
Seja qual for a hipótese, minha conclusão é igual: no lugar de Zidane, eu teria feito a mesma coisa.
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