O chanceler Celso Amorim admitiu há pouco o fracasso completo da chamada rodada de Doha da OMC. Uma decisão, depois desta reunião de Genebra, dificilmente ocorrerá antes de seis ou sete anos.
O curioso é que Amorim tenha iniciado a reunião comprando briga com a representante dos Estados Unidos, com apoio integral de Lula, e tenha que atribuir o fracasso, agora, a dois países emergentes - a China e a Índia.
O Brasil escolheu o adversário errado, mais uma vez.
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