Este blog assumiu o compromisso de não assistir às Olimpíadas, mas não descartou nunca a possibilidade de ver os jogos das seleções de futebol. E testemunhou a convincente vitória das mulheres sobre a Alemanha. Teve que aguentar, é verdade, o mico da Globo com sistema "touched screen", ou seja lá que nome tenham dado a esta pirotecnia que só falha quando está no ar.Mas quando Galvão Bueno soltou "e por falar em falar", mudou de canal e assistiu ao resto da partida pela ESPN.
Deu sorte.
Mas não deixa de ser um exercício de paciência acompanhar o patriotismo bocó dos locutores e comentaristas de praticamente todos os canais brasileiros.
Corredor brasileiro que chega em último é sempre oitavo. Por que oitavo, se não tem mais ninguém correndo atrás dos nossos heróis?
Não vi e, portanto, não sei que nome deram à queda de bunda de Diego Hipólito no chão. Não duvido que algum comentarista tenha identificado ali um novo movimento, algo como um salto twist duplo carpado e bundado.
E agora de manhã, no intervalo entre um sétimo e um oitavo lugar, pudemos ver o inédito salto- com-vara-quase-sem-vara da Fabiana Muller.
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