(de novo com o notebook microscópico).
O blog confessa que não conseguiu ler os jornais desta semana com a mesma atenção de sempre. Mas tentou e não lembra de ter encontrado destaque a um assunto importante: Barack Obama teria sondado ou convidado para o cargo de ministro da Fazenda Laurence Summers, que trabalhou para Bill Clinton, foi presidente do Banco Mundial e reitor de Harvard.
Credenciais não lhe faltam, certo?
Acontece que Luis Fernando Veríssimo chama atenção, em sua coluna de hoje, para dois momentos importantes da biografia de Summers: como presidente do Banco Mundial, ele sugeriu que as indústrias poluidoras buscassem países de mão-de-obra barata, para reduzir os custos sociais do prejuízo ambiental; como diretor de Harvard, ele afirmou que certas atividades humanas estão além da capacidade feminina.
A pergunta se impõe: o que teria acontecido se, vencedor da eleição, John McCain sondasse ou convidasse o mesmo Laurence Summers para algum cargo no seu governo? A resposta é fácil: a mídia faria um escândalo. Seria a prova cabal do reacionarismo e do atraso mental dos republicanos no poder.
Um comentário:
pô, o que é melhor para um lugar com falta de empregos, produção, etc.? Uma fábrica que vai poluir, mas não necessariamene matar ninguém ou o nada?
sem poluição, não haveria a revolução industrial. E os pobres não teriam roupas até hje.
Há que se preservar, mas se, ecochatismo, nbuscando um equilíbrio, mas nao nesse radicalismo. pergunta pros pobres ods aíses pobres se eles preferem uma árvore ou um emrpego
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