E agora?
A Ku-Klux-Kan saiu às ruas nos Estados Unidos, com aquelas roupas brancas e tochas de fogo assustaduras, para informar que não mudou nada em sua maneira de, digamos, pensar, mas que não se opõe a Barack Obama porque o considera mulato, não negro, já que ele é filho de màe branca e foi criado por uma avó também branca.
3 comentários:
Ontem coloquei no meu blog como é possível, que em pleno século XXI ainda podemos ver essas organizações racistas estarem tão ativas.
É lastimável.
O que lemos nesse post sobre a Kan e no anterior, sobre Laurence Summers, é que os EUA, como todo o resto do mundo, estão eivados de contradições impossíveis mas que, pela magia negra (sem trocadilhos, por favor) da política, tornam-se perfeitamente palatáveis. Se a Kan absolve Barak e Obama "absolve" os pecadinhos de Summers, então nem tudo está perdido, quero dizer, nem tudo está ótimo, mas nada tão horrível assim:-)
É a explicação absurda para as teses dos absurdos.
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