quarta-feira, 4 de junho de 2008

A tsunami Boca Juniors

Comentário de Ruy Carlos Ostermann, na Zero Hora de hoje, sobre o que Fluminense precisa fazer para passar pelo Boca Junior daqui a pouco no Maracanã:

Estão todos convencidos - pude ouvir em várias rodas em São Paulo também com jornalistas do Rio - que o Fluminense só será capaz de superar o Boca esta noite no Maracanã se jogar mais do que já foi surpreendente no Presidente Peron, em Buenos Aires, e quase exceder em qualidade. Menos do que isso, é o que todos dizem, não será suficiente.

Existe uma imagem poderosa do time de Riquelme, dele, de Palacio, Dátolo, de quase todos, que é o que amassa preliminarmente a justa ambição do Fluminense: essa do time que faz o jogo ao seu prazer de jogá-lo e vencê-lo. Parece uma força indestrutível, que vem por dentro como uma convulsão premeditada, e vai alargando o campo de jogo para logo reduzi-lo a dois toques de bola ou uma série miúda de tabelinhas curtas e insistentes.

Uma advertência que sempre se repete é que é preciso marcar Riquelme, não deixar que Riquelme possa doutrinar a natureza dos passes ou a vertigem da troca de direção da bola.

Arouca, franzino, mas atrevido e forte, tentou marcá-lo. O empate de 2 a 2 foi quase uma vitória e de certa forma foi mesmo. O time de Renato Gaúcho começa esta noite desse empate. Não há mais lugares no Maracanã, o Rio está estufado. Essas são as melhores condições de uma vitória."

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