Agora, o G1 publica texto de um leitor sobre a situação. Eis um trecho:
"Já virou rotina a superlotação do metrô do Rio de Janeiro por volta das 18 horas, (horário de volta do trabalho da maioria dos passageiros), especialmente nas estações do centro da cidade.
Passageiros disputam aos empurrões um lugar nos vagões, principalmente no sentido zona norte, onde a situação é de total desconforto e desrespeito."
Foi preciso que um passageiro reclamasse. Se depender da imprensa do Rio, o metrô continuará prestando um serviço de quinta categoria, sem nenhuma cobrança.
Abaixo, um dos primeiros posts deste blog sobre a situação:
Quarta-feira, 28 de Maio de 2008
Colapso no metrô do Rio
Se o secretário estadual dos transportes, Júlio Lopes, não conhece a verdadeira situação do transporte coletivo no Rio, deveria buscar mais informações. Se conhece e não informa ao governador, está traindo a confiança que Sérgio Cabral depositou nele. Se conhece, contou ao governador e ficou por isso mesmo, então temos um caso muito grave de negligência.
Não há semana ou quinzena em que não ocorra algum acidente nas barcas que atravessam a Baía da Guanabara. Hoje, uma barca simplesmente se perdeu porque causa de um nevoeiro, como se estivesse singrando mares do norte da Inglaterra, no inverno, sem GPS e sem bússula. A situação dos ônibus já é conhecida. Veículos vazios atravancando as ruas o dia todo e superlotados nos horários de rush. E as empresas estão praticamente obtendo uma prorrogação de suas concessões.
Acorda, Júlio Lopes! Troque a "bike" de Paris pelo metrô do Rio, Sérgio Cabral!
Nenhum comentário:
Postar um comentário