A história da repórter que disse um palavrão no ar, ao vivo, no dia de finados, fez com que o Beto Andrade http://www.moscanasopa.blogger.com.br/ mandasse esta outra, engraçadíssima, que eu reproduzo aqui. Quem tiver boas histórias como essas - e quem não as tem? - mande pra cá. Serão todas bem-vindas.
"Ah! É prá contar? Então tá.
Estava de castigo na RBS TV como editor-chefe do TV Mulher, cobrindo férias, no verão de 1984. Como precisava chegar as 5h30 da manhã e escrever os editoriais do Bisol e da Maria do Carmo (apresentadores), achava mais fácil não dormir. Àquela época eu era um cara muito festeiro (ho!ho!).
Só que um dia a festa foi muito boa e cheguei em cima do laço. Em vez de escrever o editorial, copiei o da Zero Hora, sem ler. Quando o programa começou, meio dormindo, vi que o Bisol lia contrariado o texto, fazendo caretas e resmungando.
Ao final do bloco desci do suite para o estúdio e perguntei: qual o problema? A resposta:
— Porque estou lendo o editorial do Correio do Povo criticando a atuação da RBS na negociação política para escolher o presidente da Assembléia Legislativa!
Como se pode imaginar, fui vítima e protagonista de uma grande cagada. Como não li os jornais, pedi a minha jovem assistente de produção o editorial já redigido para os apresentadores. Ela por engano ou sono redigiu o do concorrente, que nunca teve tanta audiência no RS.
O nome dela? Nem sob tortura!! Além de atualmente ser grande produtora de TV, é minha querida amiga. Mas que vexame! Até hoje bebemos lembrando disso..
Beto andrade".
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