
Gente como eu descobre que está ficando velha quando lê o seguinte lead de uma matéria do Rio Fanzine, no Rio Show do Globo desta semana:
Cada época tem o seu Carlos Zéfiro ou sua Playboy. Se nossos avós utilizavam os catecismos de Zéfiro para tomarem contato com o sexo através de histórias libidinosas feitas em traços toscos e uma geração intermediária teve na revista americana Playboy a maior divulgadora de quadrinhos eróticos feitos por artistas renomados, a galera de hoje em dia tem nos hentais japoneses o seu principal mix de quadrinhos e erotismo.
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